Maquinas Virtuais

UNIVERSIDADE CATÓLICA DO SALVADOR
ESCOLA DE INFORMÁTCA
COMPILADORES
TEMA: MÁQUINAS VIRTUAIS
COMPONENTES: ELTON CARRILHO
MATEUS DOURADO
VINÍCIUS GRAMACHO

I. INTRODUÇÃO

Uma máquina virtual consiste em um programa de computador que simula um ambiente entre uma plataforma e um usuário final, permitindo que ele possa executar outro software sobre ele de maneira mais segura, sem interferir na integridade da máquina física original.

Com o uso de VM’s (Virtual Machines ou Máquinas Virtuais) é possível executar aplicativos de diferentes plataformas como, por exemplo, um aplicativo Windows em um ambiente Linux.

Uma VM é um ambiente criado por um sistema denominado monitor de máquina virtual (Virtual Machine Monitor – VMM), também conhecido como “sistema operacional para sistemas operacionais”, ou hypervisor.

II. TIPOS DE MÁQUINAS VIRTUAIS

Uma VM pode ser implementada de duas formas:

 TIPO I: sistema em que o monitor é implementado entre o hardware e os sistemas convidados (guest system). O monitor possui o controle do hardware e cria um ambiente com várias máquinas virtuais que possuem as mesmas características de uma máquina física completa, podendo executar seu próprio S.O.
 TIPO II: e o monitor é implementado como um processo de um sistema operacional real subjacente, denominado sistema anfitrião (host system). Este sistema funciona de maneira similar ao tipo I, neste o monitor ira executar sobre um sistema anfitrião, como a execução de um processo em uma máquina real, simulando todas as operações que o sistema anfitrião controlaria.

III. VANTAGENS NO USO DE VM’s
Existem inúmeros benefícios no uso de máquinas virtuais em sistemas de computação:
• Facilita testes em S.O.’s
• Auxilia no ensino de sistemas operacionais e programação.
• Executa diferentes sistemas operacionais sobre um mesmo hardware
• Confiabilidade, pois uma falha em uma máquina não influencia na máquina real
• Portabilidade sobre sistemas legados
• Redução de custos, executando servidores menores em outros mais poderosos.
• Balanceamento de carga, pois toda VM está encapsulada, o que permite a permuta de plataforma para aumentar o desempenho.

IV. DESVANTAGENS NO USO DE VM’S

• Segurança: caso o sistema hospedeiro esteja vulnerário, acarretará em vulnerabilidade de todas as máquinas virtuais, pois o monitor é uma camada de software, sendo assim sujeito a vulnerabilidades.
• Desempenho: não se sabe a quantidade limite de criação de máquinas virtuais por processador sem que haja perda de desempenho.

V. RELAÇÃO COM A DISCIPLINA DE COMPILADORES

O uso de máquinas virtuais permite a criação de uma máquina fictícia em uma máquina real, sendo que as alterações na configuração da VM são totalmente isoladas da máquina real. Isto ajuda e muito aos desenvolvedores com o uso de compiladores, pois os executáveis gerados durante o desenvolvimento podem ser testados de forma segura, inclusive em operações que envolvam emulação de linguagens de baixo nível, como o Assembly.

CONCLUSÃO

A utilização de máquinas virtuais demonstra ser um mecanismo bastante eficaz no auxilio ao aperfeiçoamento de sistemas operacionais e softwares criando um ambiente onde se podem fazer testes e alterações sem perdas nas máquinas reais, o que ajuda e muito em pesquisas em todas as áreas de conhecimento existentes , possibilitando a criação de novas tecnologias.

REFERÊNCIAS

Marcos Laureano, Máquinas Virtuais e Emuladores Conceitos, Técnicas e Aplicações. Disponível em: <http://www.mlaureano.org/aulas_material/so/livro_vm_laureano.pdf> Acesso em: 17 de outubro de 2011.

Fernando Santana, Máquina Virtual VMWare. Disponível em: <http://www.invasao.com.br/2008/02/29/tutorial-maquina-virtual-vmware/>. Acesso em: 17 de outubro de 2011.

Diogo Menezes Ferrazani Mattos, Artigo Cientifico, UFRJ. Disponível em: <http://www.gta.ufrj.br/grad/08_1/virtual/index.html>. Acesso em: 17 de outubro de 2011.

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